{"id":1533,"date":"2023-05-18T19:28:19","date_gmt":"2023-05-18T22:28:19","guid":{"rendered":"https:\/\/monicaacciolyadvocacia.com.br\/blog\/?p=1533"},"modified":"2023-05-18T19:28:19","modified_gmt":"2023-05-18T22:28:19","slug":"como-e-feita-a-partilha-de-bens-no-divorcio-quando-existe-um-imovel-financiado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/monicaacciolyadvocacia.com.br\/blog\/como-e-feita-a-partilha-de-bens-no-divorcio-quando-existe-um-imovel-financiado\/?id=1533\/","title":{"rendered":"<strong>Como \u00e9 feita a partilha de bens no div\u00f3rcio quando existe um im\u00f3vel financiado?<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p>A partilha de um im\u00f3vel financiado conjuntamente por um ex-casal \u00e9 feita levando em conta que o im\u00f3vel est\u00e1 alienado ao banco, ent\u00e3o ele ainda n\u00e3o \u00e9 uma propriedade dos rec\u00e9m-divorciados at\u00e9 ser quitado.<\/p>\n\n\n\n<p>Na comunh\u00e3o parcial, tudo o que \u00e9 adquirido depois do casamento, at\u00e9 as d\u00edvidas, passa a ser do casal. Assim, se os c\u00f4njuges decidiram financiar uma casa depois do casamento, o entendimento \u00e9 que as parcelas foram pagas pelos dois de forma igual, independentemente de quanto foi a contribui\u00e7\u00e3o de cada um.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o, as parcelas pendentes podem ser assumidas totalmente por um dos ex-companheiros, mas essa pessoa ter\u00e1 de passar por uma an\u00e1lise de cr\u00e9dito do banco para continuar com a opera\u00e7\u00e3o. Um problema poss\u00edvel \u00e9 n\u00e3o ter renda suficiente para arcar com o resto das parcelas, se a opera\u00e7\u00e3o original foi contra\u00edda com base na renda somada do casal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante dizer que, se nada for comunicado \u00e0 institui\u00e7\u00e3o credora, o ex-casal continua respons\u00e1vel pela d\u00edvida conjuntamente. A an\u00e1lise empreendida pelos bancos na hora de aprovar o cr\u00e9dito \u201csempre vai considerar o casal\u201d como comprador na comunh\u00e3o total ou parcial de bens, mas n\u00e3o necessariamente a renda para as parcelas precisa vir dos sal\u00e1rios somados. Por isso, os ex-c\u00f4njuges precisam decidir entre si o que fazer com a d\u00edvida.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma sa\u00edda poss\u00edvel \u00e9 que um deles receba uma compensa\u00e7\u00e3o pela parte do im\u00f3vel que lhe cabe e o financiamento continue sendo amortizado pelo outro at\u00e9 que as parcelas sejam quitadas (tornando essa pessoa a \u00fanica propriet\u00e1ria).<\/p>\n\n\n\n<p>Mas alguns ex-casais acham mais f\u00e1cil, para fazer a partilha de im\u00f3vel financiado, vend\u00ea-lo. Assim, \u00e9 poss\u00edvel quitar a d\u00edvida em aberto. Por\u00e9m, o banco precisa ser consultado e dever\u00e1 emitir um boleto com o saldo devedor a ser quitado. A outra parte fica com o ex-casal, que reparte os recursos entre si.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partilha de um im\u00f3vel financiado conjuntamente por um ex-casal \u00e9 feita levando em conta que o im\u00f3vel est\u00e1 alienado ao banco, ent\u00e3o ele ainda n\u00e3o \u00e9 uma propriedade dos rec\u00e9m-divorciados at\u00e9 ser quitado. Na comunh\u00e3o parcial, tudo o que \u00e9 adquirido depois do casamento, at\u00e9 as d\u00edvidas, passa a ser do casal. 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